segunda-feira, 22 de abril de 2013

Passado, presente e futuro. II


Desde muito cedo a gente já se depara com a questão: “O que eu vou ser quando crescer?!” quando ao menos sabemos se queremos crescer. E infelizmente, não temos escolhas quanto a isso.

De longe tudo é mais calmo, sereno e bonito... Deve ser por isso que nossa infância é tão mais gostosa de viver do que qualquer outra fase de nossas vidas, porque estamos longe de responsabilidades, longe dos problemas, e do peso que a sociedade impõe sobre nós.

Assumir o controle de nossas vidas não é uma tarefa fácil, ainda mais quando você sente que precisa, mas não está preparado. Nossas escolhas, nossas atitudes e nossos pensamentos são o que nos define e criam nossa personalidade.  Mas até aonde?

Há um turbilhão de sentimentos dentro de cada um de nós, e muitos não conseguimos administrar isso. E nos perdemos... Perdemos-nos nas palavras que muitas vezes se contradizem em meio nossas atitudes. Entre o medo que cerca nossa vida, e o desespero de quem ainda busca o que quer ser.

“Quem sou e para onde estou indo?”

Por trás de toda euforia de viver, da mulher que penso um dia ser, além de todos os erros constantes e do olhar que muitas vezes procura esconder o que sente...  No fundo é como se uma criança gritasse: “Não estou pronta, não quero crescer, para onde estou indo? Quem sou eu?”


As escolhas que um dia eu fiz fizeram com que eu me tornasse o que sou hoje. Mas será que as escolhas que eu ainda vou fazer serão parte do que eu quero ser?