Tu começa assim, meio sem jeito, sem saber ao certo o que quer. E eu observo cada detalhe e cada ato teu. Gosto de ver a forma como você sorri e acha graça da vida, e sorriu involuntariamente cada vez que penso o bem que você me faz. Mas ainda assim, eu tenho medo. Medo de mergulhar nessa imensidão que eu chamo de você, e nunca mais conseguir encontrar o caminho de volta, medo de me perder nas tuas vontades, ou até mesmo, no que você tanto teme, e insiste em esconder de mim. Mas eu sei que no fundo, tu faz isso só pra não fazer com que eu perca o encanto pelos teus olhos. Olhos que eu já não consigo encarar, olhos que me tiram o chão, olhos que despertam timidez, logo a mim.
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